Os seis ramos que sustentam qualquer prova jurídica, Civil, Constitucional, Penal, Processo Civil, Administrativo e Processo Penal, na dose média das carreiras: três horas por dia, uma de lei seca, uma de doutrina, uma de dez questões. Um ano, com o dia montado, para quem ainda não escolheu a carreira. Quando escolher, você passa para a Formação dela.
Um protocolo, um curso. O Base jurídica é o ano dos seis ramos, sem matéria secundária, para quem ainda não escolheu a carreira. Quando escolher, você passa para a Formação da sua carreira, ou para a completa, pagando a diferença.
Prof. Adalberto Neto — Procurador da República. Nomeado técnico, oficial de justiça federal, Procurador do Estado e Procurador da República; 15 aprovações em concursos entre 2008 e 2026. Mais de 6.300 alunos desde 2016.
Quem estuda para concurso jurídico há algum tempo, sem ter fechado a carreira, costuma se reconhecer em pelo menos uma destas cenas. A IA respondeu mil vezes a pergunta "o que estudar". Ela não responde em que ordem, em que dose e quando voltar, e opção sem forma vira mais uma aba.
Um em janeiro, outro em abril, outro depois da prova ruim. Nenhum chegou ao último mês.
Abre o material, as abas e a planilha para escolher o que estudar. Quando decide, sobrou metade do tempo.
Três meses firmes, um mês difícil, uma pausa. Na volta, recomeça do começo, e conhece muito bem o primeiro terço de cada disciplina.
A planilha de 1, 7, 15 e 30 dias funcionou até a terceira semana. Depois virou uma lista de atrasos.
Adia o estudo até decidir entre promotor e juiz, e os seis ramos que as duas provas cobram seguem parados.
Faz a questão logo depois de ler, com o texto fresco, e acerta. Na prova, a mesma fronteira volta em outra cena e derruba.
O problema não é você nem o tempo que você tem. É a forma. Duas horas com forma são duas horas. Três horas sem forma, abrindo o material para decidir o que estudar, viram uma.
Toda prova jurídica se sustenta nos mesmos seis ramos; o que muda de uma carreira para outra é a dose de cada um e as matérias secundárias que entram. Quem ainda não escolheu a carreira não tem como escolher a dose. O Base jurídica resolve isso com a média: eu contei o que caiu nas últimas provas de cada carreira e tirei a proporção comum.
Civil, Constitucional, Penal, Processo Civil, Administrativo e Processo Penal. Nenhuma secundária.
documentos de doutrina sobre os 104 assuntos dos seis ramos.
atividades de Civil contra as de Processo Penal no ano: a dose média também tem proporção.
questões de provas reais no ano, dez por dia, a partir da terceira semana.
É esse número que decide o seu ano: quais documentos entram e quantas vezes cada um volta. No Base jurídica, as 907 atividades do ano ficam nos seis ramos, na dose média das carreiras: Civil 180, Constitucional 179, Penal 175, Processo Civil 140, Administrativo 130 e Processo Penal 103. O que cai mais na média das provas volta mais vezes ao longo do ano; quando você escolher a carreira, a ordem e a dose passam a ser da prova dela.
O sétimo dia é livre por desenho: constância de um ano inteiro não se sustenta em sete dias de sete.
Um intervalo fechado de artigos, indicado no dia. Os diplomas centrais são percorridos de duas a quatro vezes ao longo do ano, conforme o peso na sua carreira; os das matérias secundárias do protocolo, pelos intervalos que mais caem.
Um documento de cerca de 15 páginas, escrito para ser lido inteiro em uma hora, com a jurisprudência dentro do texto, conferida na fonte e datada. No fim, dez afirmações V ou F com gabarito comentado.
Dez questões de provas reais sobre um assunto só, sempre sobre uma leitura de dias antes. Por isso as duas primeiras semanas são só de leitura, lei seca e doutrina: a questão entra a partir da terceira semana, quando já existe leitura atrás de você. O link do dia abre o QConcursos já filtrado por assunto, banca e ano; você precisa ter conta lá, que é onde as questões moram. São 3.000 questões no ano.
A lei seca de hoje não é do assunto da doutrina de hoje, e as questões de hoje são de um terceiro. É proposital: três frentes independentes avançando juntas cobrem mais terreno do que uma só, e evitam passar três horas no mesmo tema até ele perder o contorno.
Três metas por dia, uma de cada trilha, com o tempo de cada uma e o material dentro. Você abre o plano e começa.
Um intervalo fechado de artigos por dia, com os artigos mais cobrados daquele trecho indicados na própria meta.
Documentos de cerca de 15 páginas, com a jurisprudência dentro do texto, conferida na fonte, e dez afirmações V ou F no fim.
Não há trilha separada de jurisprudência, e não é por falta: os julgados do STF e do STJ que a prova cobra estão dentro de cada documento de doutrina, no ponto em que o assunto pede, conferidos na fonte, com data e peso.
Dez por dia, sobre um assunto só, com o filtro do QConcursos pronto, a partir da terceira semana. A conta no QConcursos é sua.
Ao longo do ano, seis simulados de 100 questões de provas reais, um a cada sexto do seu protocolo, sempre sobre o que você já estudou até ali, com gabarito definitivo e tabela de correção por matéria. Chegam em PDF, na sua área de materiais; o primeiro depois das primeiras cem metas de estudo, por volta da oitava semana no ritmo de três horas por dia.
Faltou, o plano replaneja os atrasos. Viajou, pausa. Tem prova marcada, ajusta a data final. Tem base e quer ir mais rápido, adianta as metas de amanhã.
Horas estudadas, horas líquidas no cronômetro e desempenho por matéria, para você ver onde voltar.
Civil, Constitucional, Penal, Processo Civil, Administrativo e Processo Penal, na dose média das carreiras. Escolheu a carreira, passa para a Formação dela.
A doutrina do tronco que entrar ao longo do ano chega ao seu plano no dia certo, para todos os alunos.
O Base jurídica é a mesma biblioteca dos protocolos de carreira, só o tronco, na dose média das carreiras, e dura um ano. Nenhuma matéria secundária entra: o ano é de Civil, Constitucional, Penal, Processo Civil, Administrativo e Processo Penal. É o caminho de quem ainda não escolheu a carreira; quem já escolheu vai direto pela Formação dela, porque o protocolo da carreira já é a base dela.
| Protocolo | Provas contadas | Matérias secundárias que entram |
|---|---|---|
| Sem carreira definida | ||
| Base jurídica | média das carreiras | nenhuma: os seis ramos na dose neutra, para quem ainda não escolheu a carreira |
Documento novo do tronco que entrar ao longo da formação chega ao seu plano no dia certo. Quando você escolher a carreira, passa para a Formação dela, ou para a completa, pagando a diferença.
Prescrição e decadência aparecem juntas em toda prova, e é aí que a questão pega. A prescrição atinge a pretensão: o direito existia, foi violado, e o titular deixou passar o prazo para exigir a reparação. A decadência atinge o próprio direito, quando ele nasce com prazo para ser exercido, como anular um negócio por erro. E o que muda no resultado: a prescrição se interrompe e se suspende, e o juiz a reconhece de ofício; a decadência legal corre sem parar, e a convencional não pode ser reconhecida de ofício.
A questão não pergunta a definição. Ela descreve o contrato, a data e o pedido feito tarde, e pergunta se o juiz podia reconhecer de ofício. Quem leu os dois um depois do outro costuma saber a definição e errar a questão. Cada documento da Formação é escrito para essa pergunta: o conceito, o quadro e o jeito como a banca pergunta, com o erro típico ao lado.
Cada leitura do ano é um documento de cerca de 15 páginas da linha Doutrina DSE — Dominar, Saber, Eliminar: o critério de incidência que decide o que merece profundidade, o que merece registro e o que fica de fora. A estrutura é sempre a mesma: um caso de abertura e, em cada seção, o conceito, o quadro e o jeito como a banca pergunta, com o erro típico ao lado. A jurisprudência está dentro do texto, conferida na fonte, com data e peso.
O nome de cada material é o nome do assunto na árvore de classificação das questões. Parece detalhe e não é: é o que permite que o assunto que você acabou de ler tenha um filtro de questões correspondente, sem você garimpar.


As dez questões de hoje não são sobre a doutrina de hoje: são sobre uma leitura de dias atrás. Esse atraso é a formação inteira em uma frase. Você nunca responde com o texto fresco na cabeça, que é quando o acerto engana; responde quando já esqueceu o suficiente para o acerto significar alguma coisa e para o erro apontar uma lacuna de verdade. Não há semana de revisão para administrar, nem calendário de 1-7-15-30 para cumprir: o que mais cai na sua prova volta mais vezes, na ordem dos dias. Errar no bloco é o bloco funcionando: erro localizado hoje é ponto que não se perde na prova.
Mensagens que chegaram ao longo dos últimos anos, de alunos aprovados em Ministério Público, Magistratura, Delegado, Procuradorias e Defensoria. O vídeo começa sem som; toque para ativar.



Depoimentos e mensagens reais de alunos do Prof. Adalberto Neto ao longo dos últimos anos, em consultorias e cursos anteriores; alguns vídeos trazem a marca antiga. Nas mensagens, nome, foto e telefone foram preservados.
O Base jurídica é um ano de estudo montado nos seis ramos, na dose média das carreiras, para quem ainda não escolheu. O valor compra 12 meses de acesso: 300 leituras, 300 sessões de lei seca e 3.000 questões. Quando escolher a carreira, você passa para a Formação dela, ou para a completa, pagando a diferença.
7 dias de garantia incondicional: se a formação não for para você, o reembolso é integral. É também o prazo de arrependimento do art. 49 do Código de Defesa do Consumidor. Os 7 dias caem nas duas primeiras semanas, que são só de leitura: dá para ler os primeiros documentos e a lei seca e ver a grade funcionando antes de decidir.
Cada família tem o seu curso, com os protocolos dela e a doutrina das matérias que ela cobra; a Formação completa reúne todos, com troca livre entre eles.
Não. O Base jurídica não é o nível inicial: é o curso de quem ainda não escolheu a carreira. Quem está começando e quem já estudou fazem o mesmo protocolo, os seis ramos na dose média das carreiras; quem já domina um assunto lê mais rápido e, nos dias em que sobra tempo, adianta as metas de amanhã.
Três horas, em três blocos de uma: lei seca, doutrina e dez questões. Foi desenhado assim e não adianta espremer: a doutrina tem tamanho para uma hora, a lei seca tem intervalo para uma hora e as dez questões ocupam a terceira. Seis dias por semana, o sétimo livre. No plano, configure três horas de segunda a sábado.
Porque a questão da Formação é sempre sobre uma leitura de dias antes, nunca sobre o texto fresco. Nas duas primeiras semanas ainda não há leitura atrás de você, então o plano é só lei seca e doutrina. A partir da terceira semana as dez questões do dia entram sobre o que você já leu, e seguem assim até o fim do ano.
O plano replaneja os atrasos e o que você cumpriu continua cumprido. Viagem ou mês difícil, dá para pausar. É o que evita o começa, para, volta e recomeça: parar uma semana não obriga a recomeçar do zero.
Dá. Nos dias em que sobra tempo, você adianta as metas de amanhã. Se tem prova marcada, ajusta a data final do plano.
Serve se você nunca fechou a primeira passada. Muita gente com anos de estudo conhece bem o primeiro terço de cada disciplina e vive recomeçando. A Formação é a passada inteira, na ordem da prova, e parar uma semana não obriga a recomeçar do zero. Se a prova está marcada para as próximas semanas, o caminho é outro: revisão em cima do que você erra, e para isso existe a Revisão Deliberada.
Não. O que já sabe dos seis ramos anda mais rápido: nos dias em que sobra tempo, adianta as metas de amanhã. O Base jurídica é só o tronco; as matérias da sua próxima carreira entram quando você escolher e passar para a Formação dela.
Um ano. O protocolo tem 52 semanas de estudo, seis dias por semana, e o valor compra 12 meses de acesso. Se escolher a carreira antes disso, você passa para a Formação dela a qualquer momento.
Se você já escolheu a carreira, a Formação dela: o protocolo da carreira já começa pela base da prova dela, com a dose e as secundárias que ela cobra. O Base jurídica é para quem ainda não escolheu: os seis ramos na dose média das carreiras, um ano inteiro, sem matéria secundária. Quando escolher, você passa para a Formação da sua carreira, ou para a completa, pagando a diferença.
Você passa para a Formação da sua carreira, ou para a Formação completa, que reúne os quatorze protocolos, pagando a diferença: escreva para contato@adalbertoneto.com.br e a troca é feita na sua conta.
A contagem. No Base a dose de cada ramo é a média das carreiras e nenhuma matéria secundária entra. No protocolo de uma carreira, a ordem e a dose vêm do que caiu nas últimas provas dela, e entram as secundárias que pesam naquela prova: ECA e Consumidor para juiz, Medicina Legal para delegado, Tributário e Trabalho para procurador.
Pelo bloco de questões, que é o instrumento de medida: dez por dia sobre um assunto só, sempre dias depois da leitura. Erro que se repete no mesmo assunto em dois blocos diferentes não é distração, é lacuna. O plano mostra o que você cumpriu e o que ficou para trás, matéria por matéria. A cada sexto do protocolo, você faz um simulado de 100 questões de provas reais sobre tudo o que estudou até ali, com tabela de correção por matéria: é a leitura do acumulado, para ver o que já está firme e onde voltar. Quem adianta metas faz antes; quem atrasa, depois. O simulado segue o seu progresso, não o calendário.
Não. São questões de provas reais, resolvidas no QConcursos: o link do dia abre a lista já filtrada por assunto, banca e ano. Nós definimos qual assunto cai em qual dia e deixamos o filtro pronto; o acervo é de prova aplicada, não de questão inventada. Para resolvê-las você precisa de conta no QConcursos, que não está incluída.
Está dentro do material. Cada documento de doutrina traz os julgados do STF e do STJ que a prova cobra naquele assunto, no ponto em que entram, conferidos na fonte, com data e peso. Não há trilha separada porque jurisprudência solta, fora do instituto, é o que a prova mais derruba: a questão descreve uma cena e pergunta o que o tribunal decidiu sobre ela, e isso se aprende junto com o conceito, não numa lista à parte.
Não. A formação é material escrito, por escolha: uma hora de leitura cobre mais terreno do que uma hora de aula, e o texto se relê em cinco minutos quando você precisa conferir um ponto.
Pode. O nosso material é só uma das três fontes do dia. As outras duas, lei seca e questões, são as mesmas com qualquer material: o intervalo de artigos e o filtro de questões vêm na meta. Se preferir ler o assunto do dia no seu material, a meta diz qual é o assunto e quanto tempo ele leva; o nosso documento fica ali para quando você quiser conferir o recorte da prova.
Não está aqui. Sentença, peça e discursiva são produto à parte, com correção própria. Esta formação é a construção da prova objetiva: base, ordem e questões.
12 meses de acesso ao protocolo do Base jurídica, a doutrina dos seis ramos, os seis simulados e o material novo que entrar no período. A conta no QConcursos é à parte.
São 7 dias de garantia incondicional, com devolução integral, o mesmo prazo de arrependimento do art. 49 do Código de Defesa do Consumidor. Eles caem nas duas primeiras semanas, que são só de leitura: tempo para escolher o protocolo, ler os primeiros documentos e a lei seca e ver a grade funcionando antes de decidir.
Escreva para contato@adalbertoneto.com.br com o nome do documento e a página. Erro apontado por aluno entra na fila de correção e a correção vale para todo mundo. Erro de gabarito de questão é do QConcursos, que é o dono do acervo: reporte lá e nos avise também, porque se o problema for o filtro do dia o conserto é nosso.
Em 2009 tomei posse como Técnico Judiciário no TRT da 1ª Região — o primeiro degrau de uma escada que incluiu Oficial de Justiça Federal e Procurador do Estado, até a posse como Procurador da República, em 2016. Foram 15 aprovações entre 2008 e 2026, e em nenhuma delas eu recomecei do zero.
Entre uma posse e outra não houve atalho: houve as mesmas seis matérias, estudadas na ordem do que cai e reencontradas edital após edital. Base bem construída não se refaz a cada edital. Se domina. Esta formação é essa ordem, escrita, uma vez para cada carreira.


Não tem nada novo aqui. É o estudo normal, montado para um ano, na ordem em que a prova cobra. O que eu tirei foi a gestão.
Prof. Adalberto Neto — Procurador da República. Nomeado técnico, oficial de justiça federal, Procurador do Estado e Procurador da República; 15 aprovações em concursos entre 2008 e 2026. Mais de 6.300 alunos desde 2016.