São nove e meia da noite, você sentou, e às dez e cinco começou. Uma hora e meia sentado, cinquenta e cinco minutos de estudo. Este protocolo dá forma às suas duas horas: um lugar fixo no dia, uma anatomia para cada bloco, uma grade decidida uma vez e uma regra para o dia em que a vida come o bloco. Quarenta minutos para montar. Depois, dois toques por dia.
Prof. Adalberto Neto — Procurador da República, com 15 aprovações em concursos entre 2008 e 2026. Quase todas estudando com o tempo que sobrava do trabalho.
As suas duas horas não têm começo fixo, não têm um conteúdo decidido antes e não têm um fim que proteja o sono. Por isso elas vazam: vinte minutos na decisão, dez na procura, quinze na mensagem, e o que sobra é a metade, feita com a metade da cabeça. Depois o sábado tenta pagar a conta da semana, não paga, e a segunda começa devendo.
Quem tem pouco tempo não precisa de mais horas. Precisa que as duas horas tenham a mesma forma todos os dias, e que a semana seja decidida uma vez, não toda noite. É isso que este protocolo monta com você, em seis passos, com uma ferramenta que repete a grade e marca o bloco com um toque.
Executável em quarenta minutos, com o material e o plano que você já tem. Cada passo fecha com uma tabela: a sua situação, o que fazer.
Dois lugares no dia, ancorados em eventos que já acontecem. Um bloco precisa de cinquenta minutos seguidos; menos que isso é fresta, e fresta tem outro uso.
Cinco minutos de entrada sem abrir nada, cinquenta de uma matéria e uma fonte, cinco de fechamento em uma linha. Ler no primeiro bloco do dia, responder no último, sobre o que você leu ontem.
A grade se decide no domingo e se repete por seis semanas. Cabem menos matérias do que você quer pôr: cinco com dois blocos por dia, três com um. O último dia é prova; o domingo é fora.
Celular em outro cômodo, uma folha ao lado para o pensamento intruso, hora de dormir fixa. E o que fazer com o ônibus, o carro e a fila: a fresta é extra e nunca substitui o bloco.
Bloco perdido não se paga: o próximo é o bloco normal. O sábado não é banco. Duas semanas seguidas abaixo de dois terços, a grade encolhe, não você.
Fiz, pela metade, não fiz. Dez minutos no último dia da semana, três perguntas, sempre as mesmas. A grade só muda em duas hipóteses; a vontade de mudar fora delas é o plano novo de domingo voltando disfarçado.
Depois dos seis passos vem a parte longa: por que o bloco tem uma hora, por que ler e responder são coisas diferentes, por que o sábado não é banco, o que fazer com as frestas, os erros comuns das primeiras seis semanas. Quem quer executar já executou; quem quer o argumento inteiro acha lá.
Abre no navegador do celular e não pede cadastro. Você monta a semana uma vez; ela repete, marca o bloco com um toque e fecha o sábado com o número pronto.



Ela aplica as regras nos momentos em que a sua cabeça vai tentar negociar: no dia seguinte a um bloco perdido, avisa que hoje é o bloco normal; em dia fora, não abre; com duas semanas seguidas abaixo de dois terços, diz que a grade está grande e leva você para cortar. Os dados ficam no seu aparelho, com exportar e importar.
O mapa das duas horas, que você preenche uma vez e cola onde estuda, e a grade da semana, que imprime toda semana e marca à mão. As duas páginas vêm no fim do protocolo, em tamanho A4.
Não o que terá lido. O que terá feito.
Ele não escolhe o que você estuda dentro do edital, não monta o seu cronograma e não entrega treino pronto. A grade recebe as matérias que o seu plano manda; o protocolo dá a elas um lugar e uma forma.
E não promete que duas horas bastam para qualquer prova. Quanto tempo um concurso pede depende do concurso: duas horas por dia mudam o horizonte, não a possibilidade. O que o protocolo garante é que as suas duas horas deixem de ser uma, e que a sua semana deixe de terminar em dívida.
Adalberto Neto tomou posse no serviço público aos vinte anos, ainda na faculdade, e dali em diante cada concurso que fez, fez trabalhando. Para o MPU, foram três horas por dia em dois meses de edital, e a aprovação em terceiro lugar. Para o MPF, blocos fixos e o carro cheio de aulas gravadas nas horas que não eram de ninguém.
Foram 13 aprovações em concursos públicos, entre Ministério Público, Procuradorias e Tribunais, até a posse como Procurador da República. Dez anos depois, ele voltou a estudar, com duas horas por dia em dois blocos de uma hora, e foi aprovado para cartórios duas vezes, em 2025 e 2026. A forma é a mesma deste protocolo.


7 dias de garantia. Se o protocolo não for para você, escreva para o e-mail do rodapé e a devolução é integral.
Porque resolve uma coisa só, e resolve inteira: a forma das suas duas horas. O que entra nelas, a seleção do edital e a leitura da banca são outro assunto, e ficam para depois.
Não. É um protocolo para executar, em PDF, com uma ferramenta que abre no celular. Sem videoaulas, sem área de membros. Você lê até o passo 3, monta a grade e faz o primeiro bloco no mesmo dia.
Para qualquer um. O protocolo dá forma ao tempo; os exemplos vêm dos concursos jurídicos, mas o desenho do bloco, a grade e a regra do bloco perdido valem para qualquer edital.
Não. A ferramenta abre no navegador do celular, pelo endereço que vem no protocolo, e não pede cadastro. Os dados ficam no seu aparelho, com exportar e importar. Quem prefere papel usa as duas páginas para imprimir.
A forma é a mesma. Com um bloco por dia, os verbos se alternam: lê hoje, responde amanhã, e cabem três matérias. Com três blocos, a grade cresce. O que não muda é o desenho do bloco e a regra da semana.
É para isso. O protocolo não troca o seu material nem o seu plano; ele dá ao que você já faz um lugar fixo no dia e uma forma por dentro.
Pela Hotmart, com acesso imediato após a confirmação do pagamento: o protocolo em PDF, com as páginas para imprimir no fim, e o endereço da ferramenta. O PDF sai identificado com os seus dados de comprador.
7 dias de garantia incondicional: escreva para o e-mail do rodapé e a devolução é integral.
Duas horas não é pouco. Duas horas sem forma é pouco. O primeiro bloco é hoje, no lugar que você vai escolher no passo 1.
Prof. Adalberto Neto — Procurador da República, com 15 aprovações em concursos entre 2008 e 2026. Quase todas estudando com o tempo que sobrava do trabalho.